|

(Igrejinha
de Inconfidência ao fundo)
(D.Didi e o abrigo para os caminhantes em Inconfidência/RJ)
|
Neste
dia tinha combinado de tomar café com Moná, acordei
e ela já estava lá. Nos despedimos, trocamos e-mails.
O café da manhã foi maravilhoso, apenas uma coisa
me preocupava, as pernas ainda doiam.
Saí
do Spa eram 9:30hs. Fui esforçando ao máximo para
chegar ao entroncamento com a RJ 123. Tinha muita subida, mas do
alto avistei lugares lindos.
Chegando
neste ponto, avistei muitos eculiptos, sítios bem cuidados.
Fiz um lanche e peguei a estrada em direção a Secretário.
Um trecho muito perigoso, os carros passavam bem próximo
a mim.
Eram
13:45hs quando parei em Secretário, fiz um lanche em uma
padaria. Percebi que os joelhos estavam por um triz, peguei um coletivo
até Fagundes, de lá fui a pé, quase chegando
em Sebolla (ou Inconfidência) um caminhoneiro me deu uma carona.
Meus joelhos agradeceram.
Fui
recebido pelo André, que estava jogando bola numa quadra
que tem no centro do povoado. Conheci o Museu de Tiradentes, restos
mortais dele, a Igreja de Santana. No lugar todos sabiam da história
da Inconfidência Mineira.
Encontrei-me
com D. Jurandir, ou melhor D. Didi, é assim que ela gosta
de ser chamada. À noite estávamos todos à mesa,
Didi, Virgínia, Rita, André e sua irmãzinha,
Rute, Tio Heitor. A simplicidade de todos me surpreendeu.
Lavei
minha camisa e minhas meias, fui dormir, estava chovendo.
|